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PRIMEIRO ATO

um espaço onde a infancia entra em cena

por Sophia Abraham Interiores

Neste ambiente, o que existia não foi apagado — foi escutado.
A arquitetura original permanece, enquanto o desenho revela uma nova leitura do espaço.

Piso, arco e luz conduzem o olhar, agora acompanhados por ritmo e repetição.
As listras organizam a narrativa, e o barrado desenhado à mão percorre o ambiente com sutileza.

O mobiliário se insere com precisão — proporção, matéria e equilíbrio.

Aqui, o quarto deixa de ser apenas funcional.
Torna-se cenário.
O início de uma história que ainda será vivida.

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A GRANDE ENTRADA

Por Alessandra Araújo do Atelier Quotidien

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O PARQUE

um espaço onde o passeio conduz a experiênicia

por Dea Chapira - Chapi Arquitetura

Aqui, o ambiente não se observa — se percorre.
O espaço se constrói a partir do movimento, convidando à exploração e à descoberta.

Volumes, aberturas e percursos organizam uma dinâmica contínua.
Nada é estático. Tudo responde ao gesto, ao brincar, ao uso.

A arquitetura propõe, mas não determina.
Cria possibilidades para que a criança ocupe, teste e transforme.

Mais do que um lugar, este é um território ativo.
Onde o brincar estrutura o espaço — e o espaço sustenta o brincar.

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PAUSA ANALÓGICA

um espaço para desacelerar o tempo

por Casa da Chris Campos

Aqui, o ritmo desacelera.
O espaço se organiza não pela função, mas pela pausa.

Luz, matéria e silêncio constroem uma atmosfera de recolhimento, hora do café e de aprecisar uma música.
Nada é excesso — tudo convida à permanência.

O desenho não conduz, acolhe, convida a respirar.
Cria um intervalo entre o fazer e o sentir.

Mais do que um ambiente, este é um gesto:
o de interromper o automático para reaprender a estar.

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PEQUENOS ENCANTOS

Por Evellyn da Olive faz

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QUARTO ENCANTADO

um espaço o imaginario ganha forma

por Natalia Castello do Studio Farfalla

Aqui, o ambiente se constrói a partir da imaginação.
O desenho não descreve — sugere, abre caminhos, insinua histórias.

Formas suaves, transições delicadas e uma paleta envolvente criam uma atmosfera suspensa, quase onírica.
Nada é literal. Tudo convida a interpretar.

A luz percorre o espaço com leveza, revelando camadas e criando profundidade.
O olhar se desloca, descobre, retorna.

Mais do que um quarto, este é um campo sensível.
Onde a fantasia não é excesso — é linguagem.

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A CASINHA

Por Daniele Saraiva

PORTAL DOS SONHOS

um espaço onde se atravessa sonhando

por Clarissa Camanho

Aqui, o ambiente se constrói como passagem.
Não delimita — conduz.

Arcos, aberturas e enquadramentos organizam o olhar em camadas, criando a sensação de travessia.
Cada elemento sugere um depois, um além, algo que ainda está por vir.

A composição não se encerra em si.
Ela aponta caminhos, desloca o olhar e amplia o espaço.

Mais do que um quarto, este é um limiar.
Onde a infância se move entre o real e o imaginado — e encontra, nesse intervalo, seu lugar.

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LAVABOS LÚDICOS

um espaço onde o inesperado se apresenta

por Nayara da Pimbos Kids

Aqui, o gesto mais simples se transforma.
O uso cotidiano é reinterpretado com leveza e intenção.

Cor, desenho e detalhe conduzem a experiência, criando um ambiente que surpreende sem excessos.
Nada é apenas funcional — tudo participa.

As superfícies revelam pequenas narrativas, quase escondidas, que se descobrem no uso.
O olhar se aproxima, investiga, percebe.

Mais do que um apoio, este é um espaço de pausa breve.
Onde até o cotidiano pode ser atravessado por imaginação.

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O SEU BLEND

um espaço onde linguagens se encontram

por Silvania Benko da BaClá Arquitetura

Aqui, o ambiente nasce do encontro.
Elementos distintos convivem em equilíbrio, sem anular suas diferenças.

Texturas, cores e formas se sobrepõem com intenção, criando uma composição que não é única — é construída em camadas.
Nada é isolado. Tudo se relaciona.

O contraste não gera ruído.
Ele organiza, define e sustenta o espaço.

Mais do que um quarto, este é um exercício de composição.
Onde misturar não é somar — é transformar

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GALERIA DE ARTE

um espaço onde o olhar se revela com as memorias

por Fer Emerick da Meu Minimundo

Aqui, o tempo muda de ritmo.
O percurso não é guiado pela pressa, mas pela observação.

Imagens, superfícies e composições se organizam como fragmentos —
pequenas cenas que não se impõem, mas se revelam.

Nada busca protagonismo isolado.
É na relação entre os elementos que o sentido acontece.

A galeria não explica.
Ela sugere, provoca, amplia o olhar.

Mais do que um espaço de exposição, este é um convite:
ver com mais tempo, perceber com mais cuidado.

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DO PINCEL À MEMÓRIA

Por Amanda Maciel

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